Oração da Serenidade

 

Concedei-nos, Senhor,

a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar,

Coragem para modificar aquelas que podemos,

e Sabedoria para distinguir umas das outras.

 

A TRILOGIA

(SERENIDADE - CORAGEM - SABEDORIA)

DEUS, CONCEDEI-ME SERENIDADE...

Serenidade no Grupo de ajuda mutua  tem o seu significado, a sua conotação. Não é simples Paz, tão bem expressa nos dicionários populares, a Paz aconchegante dos cobertores, do calor das noites frias; Paz do ar das montanhas com sua brisa envolvente; a Paz do carinho, do calor humano...Não, Serenidade é muito mais do que isso. Serenidade é antes de tudo um estado de espírito que nasce de Deus e cresce dentro de mim. A minha Serenidade não depende do mundo exterior, de outrem, de outras coisas.

A Serenidade de que preciso, não pode depender de ninguém, de nada. Ela está comigo, é minha, faz parte de minha vida, do meu dia-a-dia. Não é como a Paz aconchegante dos cobertores, que se vai quando se tiram de mim os cobertores; não é a Paz do ar fresco, da brisa envolvente vinda da montanha, que se desfaz quando eu me afasto da montanha. Não é como a Paz do aconchego, do carinho, que se vai quando se afasta de mim o ente querido que me acarinhava... A minha Paz, a minha Serenidade, não pode ser tomada e perturbada por ninguém, por nada neste mundo. Ela é um dádiva divina, uma dádiva de Deus e portanto, só Ele poderia me tomar de volta. 

A Serenidade precede a Aceitação. É preciso. Há uma sequência lógica em tudo isso. Sem Serenidade não há Aceitação capaz de fazer com que eu aceite as coisas que não posso modificar, por que não dependem de mim. A Serenidade põe ordem na minha mente, para que eu possa compreender o que os outros estão dizendo, para que eu possa aceitar as pessoas e as coisas como elas são; para escutar o que os outros dizem, sem contestações; para aceitar tanto o mal como o bem como o bom, já que assim fazendo, eu deixo de brincar de Deus...

Serenidade não é subserviência ou covardia, não é um ato instintivo e precipitado, mas um ato consciente, um ato de coragem.
Quando eu alcanço a Serenidade, eu estou apto para servir a Deus.

CORAGEM PARA MODIFICAR AS COISAS QUE POSSO...

Coragem é uma força advinda da Fé em algo que é Superior a mim mesmo.
Coragem é o medo de ter medo. É o me colocar distante do egoísmo. Não é egocentrismo. É o saber que não posso modificar o mundo sozinho, mas saber que posso fazê-lo a mim... mesmo! Coragem não é uma exaltação do meu ego, da minha personalidade. Não é um ato de afoiteza, de ousadia, de arrojo. A

Coragem exige de mim uma moral forte, vinda de uma força que não depende de mim, mas que me é dada a mim. Coragem é saber pedir ajuda, porque Deus se manifesta através de uma consciência coletiva, pois, a Coragem pode ser alguma coisa feita por algum outro, porque ela pode ser alguma coisa que eu não estou apto a fazer... sozinho. Coragem é perseverança, é intrepidez, é ter personalidade. Coragem é saber que Ele fará todas as coisas certas se eu submeter-me à Sua vontade, mas saber, antes de tudo, qual é a Sua vontade.
Coragem é ter Deus dentro de mim, comigo!

 

SABEDORIA PARA SABER A DIFERENÇA...

Sabedoria é a essência da Humildade. É o próprio Deus conversando comigo. É saber escutar aos outros, às suas experiências, já que Deus também se manifesta a mim, através dos livros e da linguagem do próximo. Sabedoria é ter tolerância e procurar compreender aos outros que podem me dar discernimento, luz, melhor do que eu poderia adquirir por mim mesmo.

Sabedoria é a verdade das coisas, já que ela, acima de tudo, é verdadeira.
Sabedoria é a puríssima virtude da Prudência e Prudência é o saber distinguir se o que é bom para mim, hoje, é o melhor para os outros, amanhã.
Sabedoria é bom senso, discernimento, é procurar mais compreender que ser compreendido, amar que ser amado. Sabedoria é receber... dando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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